Terça-feira, Junho 30, 2009

Artistas plásticos são homenageados na AL


e defendem reconhecimento da profissão



Itimara Figueiredo/ Assessoria de Gabinete

Os artistas plásticos mato-grossenses foram homenageados na segunda-feira (25) pelo presidente da Assembleia Legislativa, deputado José Riva (PP). Em sessão especial alusiva ao Dia do Artista Plástico, que reuniu renomados profissionais da cultura local, Riva defendeu a valorização da categoria através de políticas públicas que proporcionem condições necessárias para o desenvolvimento do setor. O parlamentar também reafirmou o compromisso de atuar junto na luta pelo reconhecimento da profissão, uma reivindicação antiga da categoria, mas que recebeu veto presidencial.
Riva explicou que já pediu o apoio do presidente do Senado, José Sarney (PMDB/AP) e também dos senadores Leomar Quintanilha (PMDB/TO) e Jaime Campos (DEM/MT) para que juntos envidem esforços para derrubar o veto aposto ao projeto que prevê o reconhecimento da profissão. “Temos que acreditar e continuar trabalhando nessa luta e buscar políticas públicas que possam beneficiá-los”, afirmou, ao ressaltar que assim como o legislativo tem atendido as reivindicações, vai pressionar o Executivo para que ele também faça a sua parte.

Para ele, a homenagem ao Dia do Artista Plástico tem a finalidade de “reconhecer o trabalho daqueles que com sensibilidade e criatividade conseguem oferecer a todos um novo jeito de olhar o mundo, despertando nas pessoas os sentimentos mais nobres e humanos”.

Heleninha Botelho, presidente da Associação Cuiabana de Belas Artes (Acuba), destacou a necessidade do reconhecimento da profissão. “Que motivo teria o mundo sem as artes?”, questionou, ao lembrar que essa luta iniciou em 1989. E, desde então muitas ações para concretizar esse “sonho” foram feitas com o apoio de diversas entidades, inclusive da Sala da Mulher e da Assembleia Legislativa. “Esperamos que, a partir desta sessão solene, possamos contar com o apoio político nas esferas estadual e federal para atender aos nossos anseios”, disse.

Na ocasião, foi aberta uma exposição com telas que retratam a cultura mato-grossense. São pinturas primitivas, paisagismo e cotidiano. Como as telas Colheita de Milho e Pescador, do artista Adão Domiciano. Os visitantes também podem apreciar telas de Clóvis Irigaray; Deuseny Félix, dentre outros.

Residente em Bruxelas, na Bélgica, a brasileira Sandra Carrilho Ciota, que participou da solenidade, aproveita as vindas ao Brasil para adquirir novas telas. “Desta vez comprei seis telas chamadas de Palmeiras, do artista Josué Souza Gleriano, de Alto Araguaia. São peças belíssimas que retratam a cultura mato-grossense, e que são muito apreciadas na Bélgica. Aliás, sempre tenho alguma encomenda do trabalho dos nossos artistas”, informou.

Riva também concedeu Título de Cidadão Mato-grossense aos artistas. É o caso da artista Odete Venâncio - natural de Presidente Venceslau/SP, reconhecida pelo trabalho temático indígena. Da mesma forma, a artista Rita de Cássia Nunes Rezende - natural de Bom Jesus do Itabapoana/RJ foi homenageada. Ela é formada em licenciatura em Desenho e Artes Plásticas pela Fundação Universidade Mineira de Artes em Belo Horizonte/MG e reside em Cuiabá desde 1993.

Outras duas condecoradas com o título foram Elieth Povoa Grip - natural de Caparao/MG, Geógrafa, foi professora da UFMT na década de 1980. Possui diversos cursos voltados para Artes Plásticas e reside em Cuiabá desde 1971.

Francisca Lopes Navarro - natural de São José do Rio Pardo /SP, iniciou seus estudos em 1995, no De Fátima Atelier, com especialização em aplicação dos meios acrílicos nas telas de estilo abstrato.

Riva ainda homenageou os artistas relacionados abaixo com Moção de Congratulações:

Clóvis Irigaray, Adão Domiciano, Adir Sodré, Alair Fogaça, Antonio de Padua Nogueira Nobre, Agnaldo dos Santos Borges, Alessandra Keiko Okamura, Aline Figueiredo, Amâncio Ribeiro Alves, Antonio Pereira da Silva – SITÓ, Benedito Aleixo Cortez, Benedito Nunes, Benedito Silva, Cibele Bussik, Claudemir Ribeiro de Assumpção, Claudia Brecht, Cleuta Paixão, Cristina Ferreira da Silva, Dagmar Almeirda, Dalva de Barros, Deuseni Felix, Frede Fogaça, Geracy Escaliante Bianchini, Gilvaneta Borba, Heleninha Botelho de Campos Coelho, Hilda Conceição Kobayschi, Jaime Okamura, João Sebastião Costa, Jonas Barros, Jose Serafim Bertoloto, Lara Matana Donatoni, Linalva Alves de Souza, Lucia Moreira de Almeida e Lucia Picanço.

Também foram contemplados com a moção os artistas plásticos: Luciana Botelho de Campos Merthan, Maria Claudia Fuzari, Maria das Dores Soares Vital, Marlene Kirches, Marlene M Bizolo, Marli Pinto de Matos, Nilson Pimenta da Costa, Rafael Rueda, Rita de Cássia Brito, Rita Rezenda, Rubens Jose Haas, Salete Bergamin, Tanida Pelipin, Telio Fernandes, Valcides Arantes, Valdemar Souza Machado, Valdirana Favaro, Valque Rodrigues, Valdecy Feliciano de Oliveira, Victor Hugo dos Santos, Vitória Basaia, Zeilton Matos, Wender Carlos Cardoso Nascimento, Zilda Barradas, Wander José de Melo, Lázaro Borges Filho, Golberto Brasil, João Batista dos Santos, Edgar Sementino, José Antônio de Lara, Deusdete Antônio de Miranda, Jacira Vicente de Farias Miranda, Nilson Machado, Nildo Machado, Gilmar Patrício, Valdir da Silva, Armando Nunes, June Fontelle Cardoso, Leda Maira, Benedito de Jesus Leite – Denis Mares e Ivanildo de Souza pela sua contribuição para o fortalecimento do segmento cultural das Artes Visuais mato-grossense.



26/05/20

Domingo, Junho 21, 2009

Arvore de Flores Amarelas - De: LêdaMaira


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Não sei por que acordei e não consigo dormir. Engraçado ficar assim sem sono olhando o nada sentindo o tempo olhando o relógio, sem pensar ou pensar tantas coisas ao mesmo tempo não chegando a lugar nenhum.
Resolvi levantar ouvi o som da TV, sim alguém esta vendo a corrida. Ao passar pelo corredor um dos quartos também tem luz e o som baixinho! Quando tempo! A música! “Foi Deus”. Não, resolvi não abrir a porta, outra música, musica linda! Droga me fez lembrar de coisas que não quero.
Beber água quanta água acho que já fui aquática em algum momento de minha vida ou; não! Que bobagem ate por que nem nadar sei e morro de medo de água quando em grande volume. Bem! Quarto, corredor, cozinha, água e agora? Não estou querendo conversar estou querendo sentir o que esta incomodando. Ansiedade expectativa surpresa bem: meu corpo esta adormecido para estes estados? Não, claro que não. Bebendo água, vou até a sacada, esta chovendo, que lindo, adoro chuva, é! Água novamente, mas chuva me trouxe molhar e aí me veio tão forte regar a arvore de flores amarelas! Como deve ser gostoso cuidar dela ver crescer, sua primeira poda suas raízes ficando na terra segurando um tronco que a cada dia fica mais forte e bonito uma copa com folhinhas verdes e que caíram cedendo lugar para lindas e em quantidades pingos cor de ouro. Ah! Em silencio ira compartilhar sua beleza, exuberância e sentirá de alguma forma os movimentos o descanso daqueles que buscarem sua sombra e como se vendo estes com olhos para sua copa ira balançar seus galhos ao vento que se não com folhas verdes serão as flores amarelas soltando de seus galhos e caindo tão lento pousando ponto por ponto como tecendo no chão um tapete macio convidando seus admiradores a se aventurar por que não deitar sobre rolar sonhar.
Bem, esta arvore de flores amarelas não esta próxima de mim quer dizer arquivei na retina dos meus olhos sua imagem que vi na foto é acho que ficou mais que próxima de mim esta dentro de mim. Será só você arvore de flores amarelas? Será só você que estará dentro de mim?
03:20! Esta voltando o sono e já sei pra onde irei ao fechar os olhos sei também como quero chegar suavemente levada pelo vento e me aconchegar como as flores amarelas e com o mesmo silencio delas sonhar um novo amanhecer.

Quinta-feira, Junho 18, 2009

Sociologia? Achei, no Pantanal! De: Lêda Maira


Encho-me de sol, muito calor e depois saboreio a noite até chegar seu frescor, misturado ao cheiro de sua água. Águas do rio que caminha e se junta as mais belas baías, que são, Chacororé e Siá Mariana, que se destacam entre tantas outras em meios a galhos, macacos, aves, pássaros, cigarras, cobras, capivaras, jacarés. Onde estou? No pantanal, lugar de raiz, de rara beleza. Lugar para sonhar, criar, meditar, inventar e acima de tudo preservar. Pantanal, pantaneira, buscar em ti literatura para meu trabalho e para as histórias que inevitavelmente narramos, tornando-as poemas, contos, crônicas. Histórias vividas e outras que se criam.
O sol nasce, tão cedo e é tão suave pela manhã, que nos leva a cirandas. O verde alguém já disse, tem cheiro de quitanda, e suas águas às vezes amarelas, às vezes negras ou café com leite, leva o coração a bater no compasso do pilão. Pilão, utensílio de costume pantaneiro para fazer paçoca de carne, culinária tão saborosa, cheirosa, iguaria que se come a qualquer hora. Pantanal com seu sol ardente, sons de bichos, onde seus cavalos, cavalos pantaneiros, tocam o gado, gado pantaneiro por sua grama verde rasteirinha, pulando sobre suas águas tão alvas em meio à fauna e flora que estão por todos os lados.
Pantanal onde as pessoas andam e os pés descalços, estarão sempre molhados e sem sentido de medo de pisar seu solo.Pantanal que nos leva a ler poemas ao contar as estrelas embaladas pela lua tão clara e mesmo quando escuro total, colhemos com os olhos, os olhos reluzentes de seus bichos ao correr a luz da lanterna em volta. E assim varrendo com todo o corpo, poros e o que posso, desta grande paixão, vou pintando o pintado, peixe da região. Traçando riscos sobre o barro, sobre o papel, e anotando daqui e dali, formamos letras que juntadas as de outros passam a ser de todos, virando lenda como as que já absorvi, às que criei e saio contando às vezes até cantando como pretendo com algumas deste texto, fazer e quem sabe mostrar aqui.
O nascer do dia, fantástico. Os pássaros voam sentido à caça, que trabalho! Alimentar-se e levar para seus filhotes. A fauna obedece aos ensinamentos naturais e toda a bicharada vai atrás, com o mesmo objetivo, mas sem deixar de planar, mergulhar e boiar. Beliscar e roer em intervalos quase constantes. Observar, parar, sentir o vento, coçar, esfregar o corpo sobre o que melhor convir. Difere do homem, que quando para...Faz dizendo: Não posso; Estou atrasado; Não tenho tempo.
Hoje vi descendo as águas uma canoa, daquelas bem artesanal, fininhas, dá até medo quando não sabemos nadar, eu pôr exemplo, só sei boiar e olha lá. Duas pessoas remavam, movimentos que faziam em total silêncio, alias as águas os levavam e eles observavam o caminho ou, destino? Talvez o povoado. Os jacarés cobriam de vez em quando seus corpos fortes e bem espetados mergulhando e observando provavelmente uma presa fácil, aquelas que dão bobeira, uma leve vacilada e é literalmente abocanhada.
Águas por que te quero! Cobrir o solo! Fertilizar a terra...
As plantas aquáticas, lindas! Com flores brancas, rosa, lilás e ás vezes amarelas, cobrem certos canais e suas curvas que vão oferecendo sensações, estímulos nítidos e por que não a certeza que estamos vivenciando... O Jardim de Monet! Como não pintar, como deixar este cenário fora do nosso trabalho, como não riscá-lo em uma tela enorme.
Fotografar? Sim, mas é muito mais saboroso mexer a tinta, achar a cor certa e dar vazão aos olhos que reviram e diz: Fui capaz. Indiscutível.
Pantanal! Suave, cheio de rococos, rendas, fendas onde o sol penetra e muda suas cores, oferecendo com o balanço das águas um arco infinitamente íris. E lá vamos nós. Gostaria de ter o mesmo objetivo dos nativos da região, mas, temos que acordar, voltar a realidade, então vamos colhendo dados, anotando-os.
Chegamos perto de um ninhal. Lindas árvores, verdes, marrons com flores, sem flores, belas, cheias de garranchos, cipós, galhos que sobem e que descem com a mesma magia para o céu e para água. Pássaros de todos os tamanhos, brancos, quantidade? Infinitos em verdes, amarelos, vermelhos, coloridos. Mergulham, planam, coçam, rodam e mechem suas cabeças, piscando tão rápido, tão serelepes fazendo qualquer um rir e esquecer de tudo, neste momento ou por um grande momento.
O piloto bate a mão na lateral de fora do barco. Neste momento o motor está desligado, mas isto não importa, poderia estar funcionando. Este barulho provoca um roncar e peixes de vários tamanhos começam a saltar à frente, isto é, eles continuam nadando e saltam para fora da água, manifestando... presença! Como se: Estamos aqui e o passeio está sendo muito bom, ou pode ser também; Parem com este barulho... Momento espetacular. Não dá para conter a emoção... É demais! Neste instante ficamos com a narração sufocada, não há o que dizer e deslizando sobre as águas junto conosco, centenas de peixes, peixinhos, que às vezes batem sobre nosso corpo, caem dentro do barco, fazem a emoção aflorar. E se olharmos para cima, para o alto, os pássaros iniciam a maior algazarra tentando fisgar um belo almoço. E lá na beira do barranco: O barqueiro nos informa que jacarés ficam observando, esperando a hora de abrir aquele imenso boqueirão. Cobras? Não, de vez em quando, elas são bem discretas, esperando o momento certo. Agora as ariranhas, capivaras e seus lindos filhotes podem até estar com a barriga cheia, mas vão abocanhando e com certeza, espertas como são... Pensando... Humanos!... Está barulheira, só pode ser humanos agitando.
O barco vai deslizando cada vez mais devagar, silenciamos, acalmamos e em total observação às copas das árvores é que os macacos, sagüis, não se aproximam se não houver silêncio, o mesmo para os pássaros, não pousam. Os macacos? Até agora, não vimos nenhum, quem sabe mais tarde. Bem, seguimos por um bom tempo olhando o tempo. Quase hora de almoço, e quase chegando ao povoado, onde estaremos com as pessoas, ribeirinhos.
Já são águas do Rio Cuiabá. Neste instante um velho casarão está em frente nossos olhos. Fotografo. Belo! Ali abandonado passa a ser fruto da minha imaginação, perdido ao tempo, oferecendo a estória que quiser contar, ou ouvir ou...
Iindagações? Não só ele mas seu proprietário poderia contar a sua história e elas existem, certamente, estão lá em algum lugar é só procurar.
Bem, chegamos a cidade. Desembarcamos e vamos subir um leve morro calçado com paralepipedos. Rua bem estreita, de um lado casinhas, um ou dois botecos, um hotel pequeno, com a fachada, ou seja, sua frente cheia de flores. E reparo ao entrar que é bem limpinho, simples e acolhedor. Almoçar aqui, comida caseira, gostosa e o lugar bem tranqüilo. Falta de fome? Imagina; Arroz, peixe, salada, farofa de banana! Só vindo aqui e experimentando, para saber do que estou falando e acompanhado por bebida de cada gosto, meu caso, água bem gelada, bastante água ou ainda um gelado suco de caju, fruto que dá em qualquer lugar por aqui. Depois do almoço esperamos o sol acalmar, por volta de três horas, retornaremos ao acampamento. Até lá ficaremos apreciando a calma do lugar, conversando com moradores, ribeirinhos e fotografar. Conversar com às pessoas são momentos lúdicos e o que realmente se faz da hora que chega até a hora que sai. A conversa inicia-se ao aproximarmos, desembarcar e durante a estada e vai até depois que nós despedimos e afastamos da margem e enquanto for possível ouvir a voz de cada, deixando para finalizar este assunto na próxima visita. Gostoso, muito bom ouvir e estar com todos e trazer estas anotações na memória, na máquina para próximos passos, novas pinceladas e a cabeça já tentando coordenar este trabalho. O caminho é longo e à partir de agora com o pôr do sol, que logo estará tão belo, tão próximo, oferecendo a sensação de podemos alcança-lo e com ele caminharmos até o final da outra margem, onde o pensamento é capaz de dobrar e não ver margem, nós transportando à um outro lugar da terra, pra onde ele, este sol for. E neste arroubo nós deslocamos com visão, audição bem espertos e com o coração no mesmo compasso, aguardando o que a natureza nós reserva neste novo entardecer. Lentamente, acompanhamos o caminho, entraremos em canais agora turvos por causa da mata e plantas aquáticas, que neste horário ficam mais verdes traduzindo um visual totalmente diferente a cada instante, até avistarmos as águas de Chacocoré novamente.
Não olho as horas, imagino e registrando tudo avistamos novamente o primeiro ninhal deste grandioso santuário. Desligamos o motor, seguimos em silêncio, estado quase que obrigatório neste grande, imenso manancial.
Fazemos uma nova leitura, aprendemos mais um pouco e com certeza, quantos forem os dias em que permanecermos teremos sempre uma nova visão, um momento diferente do outro, mas com um detalhe; sempre belos, ternos, grandiosos e nos levando a uma conscientização cada vez maior de respeito, educação e reflexão que certamente nos levará a avaliar nossa qualidade de atitudes diante de nossas reais necessidades.

Quarta-feira, Junho 17, 2009

Papel Papelao Fuxico - Parque Mãe Bonifácia de 01 à 06/09. Semana do Meio Ambiente





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Papel Papelao Fuxico - Exposiçao Goiania-Go.


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Terça-feira, Junho 09, 2009

Passeando...visite eu amei!!!

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Segunda-feira, Junho 01, 2009

ARENA - Papel Papelao Fuxico - Atelier de Arte Lêda Maira - de 12/06 à 30/06/2009

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Esposiçao Parque Mae Bonifácia-Montagem

 
 
 
 


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Exposiçao Mae Bonifacia-Montagem

 
 
 
 


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Montagem-Exposiçao Parque Mae Bonifacia

 
 
 
 


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